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Você usa de coragem, estufa o peito pra dizer que não retira nenhuma vírgula de cada pensamento que ousou pensar, sustenta o peso de cada consequência que pode trazer. Se compromete tanto dado um determinado momento uma teia foi feita sem perceber, intermináveis nós que só de olhá-los vai dando preguiça de desfazer. Preguiça é a palavra que se encaixa, ou qualquer outro adjetivo que remete a desânimo, acumulando quilos de vibrações ruins, deixa pra depois, deixa pro tempo descarregar aquele caminhão de entulho sobre tudo, pensei em lixo – a coisa velha e incomodo que isso se transformou. Ida sem vinda, adeus sem tchau, sai da minha vida sem você nunca sequer ter entrado nela.

12.06.06

Hoje é o dia que o amor prevalece Vejo casais apaixonados Pessoas exaltando a felicidade Por estarem juntas E eu continuo só Oh! Deus não quero sofrer Por alguém que não me quer É ruim sentir a dor de amar De um amor não correspondido E que ao me apaixonar Esse seja o homem certo Que me faça pra sempre feliz Seja tudo formidável Como nos contos melancólicos Que tudo isso se torne realidade E não faça apenas parte dos meus sonhos Do mais lindo sonho de amor Que seja um guerreiro Que me salve da prisão Das grades desta escuridão Estou com medo Sem ter os pés no chão Vivendo na imundice de uma temporária ilusão Sei que um dia vou encontrar Não sei a hora, nem o lugar. Por: Ilrianny Alves/ Thaís Alencar

É uma boa?

Acho que atingi o ápice da minha loucura, devo ter fantasiado aquilo que eu queria que fosse verdade, e foi? Não foi? De repente o “estar” disponível mexeu comigo, mesmo eu não sabendo lidar, meio sem forças pra lutar, muitos “se” na minha cabeça, sem ter por onde começar. Mas serviu pra alguma coisa... Vista pros meus olhos e nada mais. Como tudo mudou em questões de dias e do mesmo jeito voltou a sua normalidade, a minha alegria besta mal teve tempo de tirar as roupas da mala, num estalar de dedos se refez e foi embora. E eu fiquei gritando bem alto VOLTA AQUIIIIIIIIIII. P.S: O título não tem nada a ver com a postagem, só coloquei essa frase por - necessidade de preencher qualquer coisa que esteja em branco nesse momento. Ao menos isso eu posso decidir completar, ou não.

Não sei nada, de você.

Não sei a cor dos teus olhos Não sei o tom da sua voz Não sei o cheiro que tu tem Não saberia te reconhecer no escuro Não saberia nem mesmo reconhecer teus gostos Porque eu não sei nada de você Mas eu gostaria de saber Saber o que te faz feliz Saber a tua cor favorita Saber qual é o maior sonho da sua vida Saber o que você detesta Saber o que mais te agrada Mas eu não sei nada de você E eu daria tudo pra saber Te conhecer de perto Te conhecer direito Sem esquecer nenhum detalhe Qualquer hora dessas eu bato na porta do teu mundo Vou te pedir pra entrar Espero que você me deixe ficar.

Releitura

Passear por boas lembranças é um hábito que venho aprendendo nos últimos tempos, porque o meu bom humor vem se sobressaindo aos estresses do cotidiano. Aquela notícia que descobri por métodos não convencionais, tão a minha cara, me deu vontade de fazer algo a respeito, entrar nessa e assumir pra mim mesma que eu quero muito mais, se tu me toca no meu ponto mais delicado, eu não quero ficar pensando muito e nem tentar as previsões do dia de amanhã. Vou vivendo com os riscos de sempre, e aonde isso vai dar eu não quero nem saber.

Despretensiosa

Me sinto despretensiosa, me sinto idiota mesmo. Eu leio uma dúzia de blogs, incontáveis livros, enquanto algumas pessoas me elogiam pelos textos aqui postados, comentam aqui e ali, do que me aconteceu da minha maneira de registrar esses momentos em linhas, pra ficar guardado no blog, pra ler depois. Gosto de escrever, no meu sonho mais insano já até imaginei alguma coisa publicada, eu vejo que tem gente que coloca sua fé em mim, e eu fico tão sem jeito, me sinto responsável por manter essa expectativa viva, mas não estou fazendo nada de concreto pra corresponder à altura aquilo que todos esperam. Tenho um problema sério com autoestima, porque eu nunca a tive de verdade, só uns ensaios em dias felizes quando as coisas parecem dar certo demais pro meu gosto, é muita coisa pra fazer que não dou conta de me concentrar numa coisa só e seguir. O que envolve também essa falta de planos que eu tenho, por exemplo, agora estou tentando terminar meu TCC o foco até Julho vai ser esse, volta e ...

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O que eu fiz até agora? Nunca senti tanta necessidade de “planejamento”, de traçar metas, mas estou percebendo que sem isso, as coisas não deram lá tão certo quanto eu imaginava. Sempre foi muito mais o meu estilo ir me comportando de acordo com os acontecimentos, eu fui me encaixando ao máximo, quando eu podia ter feito o contrário, um atalho não seria nada mal. Essa eterna comparação do rumo que eu tomei, com o que eu podia ter tomado, me faz ficar desanimada, eu gosto de terminar qualquer coisa da qual eu me proponha a fazer, mesmo que depois não me sirva de quase nada, e eu não sei porque nas horas mais esdruxulas aquela matriz que você esqueceu de solucionar no para casa do professor de matemática vai te fazer falta, entenderam? É disso que eu estou falando. Já disse que futuramente vou virar budista... pois é.